segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Algumas fotografias minhas do Carnaval de Torres Vedras:

































CORSOS 

Existe 3 tipos de corsos no Carnaval de Torres Vedras, o escolar, o diurno e o nocturno.

O corso escolar é tradicionalmente na manhã de sexta, participam milhares de crianças, de todas as freguesias do concelho.




Foi nos anos 90, numa forma de trazer para a rua o que era feito nas escolas, que se iniciou a tradição do corso escolar na manhã de sexta-feira em representação das escolas (creches, jardins de infância, escolas do ensino básico e do secundário) A participação dos alunos revela uma grande criatividade, sobretudo pela utilização de materiais recicláveis na criação das mascaras.











O corso diurno realizam-se no domingo e na terça-feira, nas ruas do centro da cidade, a partir das 14h30, participam todo tipo de cidadãos dos " 8 aos 80" esta iniciativa constitui uma clara demonstração da espontaneidade do "Carnaval mais português de Portugal". 













O corso nocturno é sábado à noite e traz vários grupos organizados de mascarados  para concorrer ao concurso do Carnaval de Torres Vedras.
Mais de 4 milhares de pessoas participam, todos os anos, no Concurso de Mascarados onde grupos organizados de foliões mostram o trabalho desenvolvido durante meses.



quinta-feira, 16 de outubro de 2014



TRADIÇÃO - CABEÇUDOS  



Os cabeçudos são um elemento indispensável no Carnaval de Torres .
Apareçam nos primeiros documentos iconográficos. Originariamente feitos de pasta de papel nunca deixaram de engrossar, adquirir novas e mais diversificadas roupas.

TRADIÇÃO - CARROS ALEGÓRICOS 




      


















 Os carros alegóricos têm uma grande criatividade na sua concessão e criatividade , a temática inclui inúmeras figuras públicas da sociedade, da política e do desporto.
Os carros alegóricos são uma das imagens de marca do Carnaval de Torres. 


terça-feira, 7 de outubro de 2014


TRADIÇÕES - "MATRAFONAS"

As "matrafonas", sendo um dos símbolos fortes do Carnaval de Torres, demonstram a fidelidade à tradição.
Os grupos de "matrafonas", homens mascarados de mulher, surgem por volta de 1926.
Esses grupos "mais não eram do que indivíduos que vestiam um fato de mulher - mas que não ficava bem a senhora nenhuma, procuravam era vestir um fato que lhes ficasse horrivelmente mal e feio".
Inicialmente, esses homens eram homens do campo, com poucas posses para comprarem máscaras e recorriam às roupas velhas das mulheres lá de casa, usando caraças feitas com caixas de sapatos *.
As "matrafonas" persistem no Carnaval de Torres porque se tornaram num dos seus ícones mais fortes e atualizam a sua sátira.
Não se confundindo nunca com um travesti, as "matrafonas" ora satirizam alguns dos toques femininos mais vulgarizados, ora dão uma visão da mulher, nem sempre inocente e nunca isenta, na óptica masculina.

A imagem da mulher socialmente "mal comportada" é um papel recorrentemente retomado por muitas "matrafonas".

TRADIÇÕES -REIS




Foi em 1923 que se iniciou a tradição de fazer a recepção ao Rei do Carnaval.
A Rainha surgiu pela primeira vez no Carnaval de 1924, ano em que se atingiu uma animação de rua nunca antes vista.
A persistência do modelo dos "Reis do Carnaval" de Torres é surpreendente pela sua composição (sempre dois homens, por razões que a tradição social explica), pelos adereços desconcertantes ou pela sua afirmação como referência a foliões.










O Carnaval de Torres é das poucas festividades de Carnaval que se mantêm fiéis às tradições da comemoração do entrudo em Portugal. Este Carnaval distingue-se na celebração dos festejos contando com a participação espontânea e massiva dos cidadãos.
É uma festividade que se celebra desde 1912.
É chamado o Carnaval mais Português de Portugal.